Você surgiu num momento de definição, eu considerava a situação em que me encontrava o início de um longo trecho em minha vida. Vivemos almoços, aulas cabuladas e idas ao bar em onde se formava um novo grupo de amigos. Eu supunha encantar-me com os papos legais que surgiam, e apenas com isto. Via esse grupo como algo que manteria-se paralelo ao relacionamento para o qual eu ainda pensava que me dedicaria, mas existia uma força inelutável. Eu passava com ela e seus olhos perguntavam o porque, quase repreencivamente, eu respondia com um "pois é, o que tenho é isso mesmo!". Talvez se não conseguisses expressar-se tão bem com as mãos, não teria me dado conta que já amava vosso toque. Me apoiei em tuas pernas, te encarei refletindo contigo sobre os assuntos da vida e os sonhos(ou a abstensão deles) só restava um cigarro, era seu, você o dividiu comigo, Deidimos ir à pé, tivemos tempo, esta que é a nossa melhor matéria-prima. Então aqueles olhos, agora sem saber me fizeram a mesma pergunta, mas estavam muito próximos, eu já não saberia responder da mesma forma, não, pois eles eram próximos e o ambiente era encharcado e frio, tão proximos, era quente, confortavelmente próximos...
Eu não os via mais, teria que usar os meus, quais desusei pre conhecer-te a boca, que ao tocar a minha enquanto eu conhecia o teu corpo agasalhado, era produzido um efeito complexo aos sentidos, e de descrição impossivel, não existisse a palavra que contém todo esse significado. Desnecessário é usá-la
À minha garota, nada mais que a perfeição(não a quero), apenas minha garota!
domingo, 21 de setembro de 2008
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